- CAPÍTULO I -
Nas ogivas fúlgidas e nas colunatas da vida muitas situações foram apresentadas a mim. A elaboração deste escarpado manuscrito foi uma delas.
Em determinados momentos pensei que era perda de tempo, perda de foco. Suscitaram em minh’alma a questão: O que seria o foco da juventude ?. Ora, a juventude não é um período de vida, ela é um estado de espírito, um efeito da vontade, uma qualidade da imaginação, uma intensidade emotiva, uma vitória da coragem sobre a timidez, do gosto da aventura sobre o amor ao conforto. E conclui que não é por termos vivido certo número de anos que envelhecemos. Envelhecemos porque abandonamos nosso ideal. Jovem é aquele que se admira, que se maravilha e pergunta: E depois? Que desafia os acontecimentos e encontra a alegria na vida. Pois bem, não era perda de tempo, mas sim um grande acréscimo. Não usei imprudentemente meu tempo ou minhas palavras. A vida não é uma corrida, mas sim uma viagem que deve ser desfrutada a cada passo.
Pois bem, foco nós temos e entendemos, mas qual é sua servidão? Imaginem a vida como um jogo, no qual você faz malabarismo com cinco bolas: o trabalho, os amigos, a saúde, a família e o espírito. O trabalho é de borracha. Se vier a cair bate no chão e volta intacto. Mas as outras quatro são de cristal. Um cristal claro e puro, mas muito frágil. Se caírem no chão, quebrarão em infinitésimas. A juventude de alma é o combustível que possibilita a manutenção de todas elas.
O sentido das coisas não está presente neste manuscrito, mas o manuscrito está presente no sentido da alma.
Como diz o deputado federal, que está em voga, Roberto Jefferson: "Eu tenho honra. E um homem sem honra não tem alma. Um homem sem alma é um vegetal, e eu não sou um vegetal! Posso até cair, mas com uma faca entre os dentes e uma machadinha na mão!Já sublimei" (ele é impagável!)
ObsImp(Observação importante)este capítulo e você(Argonauta)não tem congruência alguma. Note e pense, apenas.
Nada haver.
Stone henge.